Em tempo de mercados competitivos e instáveis, é preciso mais do que dedicação e força de vontade. No mundo dos negócios, a excelência se tornou fator primordial para a sustentabilidade das empresas. A melhoria de produtos e serviços, o aumento da produtividade, a satisfação de clientes e parceiros estratégicos e o maior envolvimento de líderes e colaboradores fazem parte de um modelo de gestão pela qualidade que vem sendo cada vez mais adotado por organizações privadas, públicas e, inclusive, do terceiro setor.
Neste enfoque, estão também muitas das indústrias de transformação do plástico no Rio Grande do Sul. Preocupadas em conquistar resultados, aprimorar processos internos e incrementar a competitividade de mercado – principalmente em tempos de crise econômica – empresas gaúchas estão apostando cada vez mais na gestão pela qualidade total. No dia 26 de novembro, algumas delas serão reconhecidas pelo trabalho desenvolvido neste sentido durante o ano de 2008.
Na Manhã da Qualidade, evento anual promovido pelo Comitê Setorial - Indústrias do Plástico – entidade vinculada ao Sinplast - empresas da terceira geração do setor participantes do Sistema de Avaliação 2008 do PGQP receberão troféus em um momento de reconhecimento, troca de experiências e debates com especialistas.
Em 2008, o Rio Grande do Sul já transformou cerca de 500 mil toneladas de resinas. Devido à atual crise econômica mundial, houve uma queda nas atividades no último trimestre, o que impediu o crescimento de 6% previsto para este ano se comparado aos números registrados em 2007. Para 2009, a expectativa do setor é atingir um crescimento na ordem dos 3%. Para tanto, é preciso que ainda mais indústrias do setor adotem as práticas da gestão pela qualidade total e sejam incentivadoras de iniciativas como esta. Pois, somente com as empresas unidas, qualificadas e competitivas, será possível tornar o Rio Grande do Sul uma referência em transformação de plásticos no Brasil.
Gustavo Eggers
Presidente do Comitê Setorial – Indústrias do Plástico do PGQP